terça-feira, 25 de junho de 2019

Lista de Exercícios - Português - Morfossintaxe

Três teses sobre o avanço da febre amarela
 
Como a febre amarela rompeu os limites da Floresta Amazônica e alcançou o Sudeste, atingindo
os grandes centros urbanos? A partir do ano passado, o número de casos da doença alcançou
níveis sem precedentes nos últimos cinquenta anos. Desde o início de 2017, foram confirmados
779 casos, 262 deles resultando em mortes. Trata-se do maior surto da forma silvestre da doença
[5] já registrado no país. Outros 435 registros ainda estão sob investigação.
Como tudo começou? Os navios portugueses vindos da África nos séculos XVII e XVIII não
trouxeram ao Brasil somente escravos e mercadorias. Dois inimigos silenciosos vieram junto: o
vírus da febre amarela e o mosquito Aedes aegypti. A consequência foi uma série de surtos de
febre amarela urbana no Brasil, com milhares de mortos. Por volta de 1940, a febre amarela urbana
[10] foi erradicada. Mas o vírus migrou, pelo trânsito de pessoas infectadas, para zonas de floresta na
região Amazônica. No início dos anos 2000, a febre amarela ressurgiu em áreas da Mata Atlântica.
Três teses tentam explicar o fenômeno.
Segundo o professor Aloísio Falqueto, da Universidade Federal do Espírito Santo, “uma pessoa
pegou o vírus na Amazônia e entrou na Mata Atlântica depois, possivelmente na altura de Montes
[15] Claros, em Minas Gerais, onde surgiram casos de macacos e pessoas infectadas”. O vírus teria
se espalhado porque os primatas da mata eram vulneráveis: como o vírus desaparece da região
na década de 1940, não desenvolveram anticorpos. Logo os macacos passaram a ser mortos por
seres humanos que temem contrair a doença. O massacre desses bichos, porém, é um “tiro no
pé”, o que faz crescer a chance de contaminação de pessoas. Sem primatas para picar na copa das
[20] árvores, os mosquitos procuram sangue humano.
De acordo com o pesquisador Ricardo Lourenço, do Instituto Oswaldo Cruz, os mosquitos
transmissores da doença se deslocaram do Norte para o Sudeste, voando ao longo de rios e
corredores de mata. Estima-se que um mosquito seja capaz de voar 3 km por dia. Tanto o homem
quanto o macaco, quando picados, só carregam o vírus da febre amarela por cerca de três dias.
[25] Depois disso, o organismo produz anticorpos. Em cerca de dez dias, primatas e humanos ou
morrem ou se curam, tornando-se imunes à doença.
Para o infectologista Eduardo Massad, professor da Universidade de São Paulo, o rompimento
da barragem da Samarco, em Mariana (MG), em 2015, teve papel relevante na disseminação
acelerada da doença no Sudeste. A destruição do habitat natural de diferentes espécies teria
[30] reduzido significativamente os predadores naturais dos mosquitos. A tragédia ambiental ainda
teria afetado o sistema imunológico dos macacos, tornando-os mais suscetíveis ao vírus.
Por que é importante determinar a “viagem” do vírus? Basicamente, para orientar as campanhas
de vacinação. Em 2014, Eduardo Massad elaborou um plano de imunização depois que 11
pessoas morreram vítimas de febre amarela em Botucatu (SP): “Eu fiz cálculos matemáticos
[35] para determinar qual seria a proporção da população nas áreas não vacinadas que deveria ser
imunizada, considerando os riscos de efeitos adversos da vacina. Infelizmente, a Secretaria de
Saúde não adotou essa estratégia. Os casos acontecem exatamente nas áreas onde eu havia
recomendado a vacinação. A Secretaria está correndo atrás do prejuízo”. Desde julho de 2017,
mais de 100 pessoas foram contaminadas em São Paulo e mais de 40 morreram.
[40] O Ministério da Saúde afirmou em nota que, desde 2016, os estados e municípios vêm sendo
orientados para a necessidade de intensificar as medidas de prevenção. A orientação é que
pessoas em áreas de risco se vacinem.
NATHALIA PASSARINHO
Adaptado de bbc.com, 06/02/2018.

No quinto parágrafo, são apresentadas duas hipóteses acerca da disseminação da febre amarela.

A marca verbal que evidencia a formulação dessas hipóteses é o uso de:

Questão 2(EEAR)

Leia:

Corríamos atrás uns dos outros na nossa infância. Corremos, hoje, atrás da felicidade de outrora. 

Nas frases acima, os verbos destacados encontram-se, respectivamente, no: 

Questão 3(EEAR)

Marque a alternativa correta quanto à classificação sintática dos pronomes destacados. 

TEXTO BASE 1

TEXTO PARA A QUESTÃO.
 
  Mito, na acepção aqui empregada, não significa mentira,
falsidade ou mistificação. Tomo de empréstimo a formulação
de Hans Blumenberg do mito político como um processo
contínuo de trabalho de uma narrativa que responde a uma
[5] necessidade prática de uma sociedade em determinado
período. Narrativa simbólica que é, o mito político coloca em
suspenso o problema da verdade. Seu discurso não pretende ter
validade factual, mas também não pode ser percebido como
mentira (do contrário, não seria mito). O mito político confere
[10] um sentido às circunstâncias que envolvem os indivíduos: ao
fazê‐los ver sua condição presente como parte de uma história
em curso, ajuda a compreender e suportar o mundo em que
vivem.
ENGELKE, Antonio. O anjo redentor. Piauí, ago. 2018, ed. 143, p. 24.

Questão 4(FUVEST)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 1

Sobre o sujeito da oração “em que vivem” (L. 12‐13), é correto afirmar: 

Questão 5(UFPR)

Leia o excerto abaixo:

As bombas que os aliados lançaram sobre a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial conseguiram atingir a borda inferior do espaço: a ionosfera se enfraqueceu sob a influência da onda expansiva de tantos explosivos. __________ o efeito tenha sido temporário, chegou a ser sentido nos céus da Inglaterra. __________, os bombardeios alemães, primeiro os da Luftwaffe (a aviação nazista) e, depois, com os foguetes V1 e V2, mal deixaram vestígios na atmosfera.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.

TEXTO BASE 2

Leia o trecho do romance S. Bernardo, de Graciliano Ramos, para responder à questão.

  O caboclo mal-encarado que encontrei um dia em casa do Mendonça também se acabou em desgraça. Uma limpeza. Essa gente quase nunca morre direito. Uns são levados pela cobra, outros pela cachaça, outros matam-se.
  Na pedreira perdi um. A alavanca soltou-se da pedra, bateu-lhe no peito, e foi a conta. Deixou viúva e órfãos miúdos. Sumiram-se: um dos meninos caiu no fogo, as lombrigas comeram o segundo, o último teve angina e a mulher enforcou-se.
  Para diminuir a mortalidade e aumentar a produção, proibi a aguardente.
  Concluiu-se a construção da casa nova. Julgo que não preciso descrevê-la. As partes principais apareceram ou aparecerão; o resto é dispensável e apenas pode interessar aos arquitetos, homens que provavelmente não lerão isto. Ficou tudo confortável e bonito. Naturalmente deixei de dormir em rede. Comprei móveis e diversos objetos que entrei a utilizar com receio, outros que ainda hoje não utilizo, porque não sei para que servem.
  Aqui existe um salto de cinco anos, e em cinco anos o mundo dá um bando de voltas.
  Ninguém imaginará que, topando os obstáculos mencionados, eu haja procedido invariavelmente com segurança e percorrido, sem me deter, caminhos certos. Não senhor, não procedi nem percorri. Tive abatimentos, desejo de recuar; contornei dificuldades: muitas curvas. Acham que andei mal? A verdade é que nunca soube quais foram os meus atos bons e quais foram os maus. Fiz coisas boas que me trouxeram prejuízo; fiz coisas ruins que deram lucro. E como sempre tive a intenção de possuir as terras de S. Bernardo, considerei legítimas as ações que me levaram a obtê-las.
  Alcancei mais do que esperava, mercê de Deus. Vieram- -me as rugas, já se vê, mas o crédito, que a princípio se esquivava, agarrou-se comigo, as taxas desceram. E os negócios desdobraram-se automaticamente. Automaticamente. Difícil? Nada! Se eles entram nos trilhos, rodam que é uma beleza. Se não entram, cruzem os braços. Mas se virem que estão de sorte, metam o pau: as tolices que praticarem viram sabedoria. Tenho visto criaturas que trabalham demais e não progridem. Conheço indivíduos preguiçosos que têm faro: quando a ocasião chega, desenroscam-se, abrem a boca – e engolem tudo.
  Eu não sou preguiçoso. Fui feliz nas primeiras tentativas e obriguei a fortuna a ser-me favorável nas seguintes.
  Depois da morte do Mendonça, derrubei a cerca, naturalmente, e levei-a para além do ponto em que estava no tempo de Salustiano Padilha. Houve reclamações.
  – Minhas senhoras, seu Mendonça pintou o diabo enquanto viveu. Mas agora é isto. E quem não gostar, paciência, vá à justiça.
  Como a justiça era cara, não foram à justiça. E eu, o caminho aplainado, invadi a terra do Fidélis, paralítico de um braço, e a dos Gama, que pandegavam no Recife, estudando Direito. Respeitei o engenho do Dr. Magalhães, juiz.
  Violências miúdas passaram despercebidas. As questões mais sérias foram ganhas no foro, graças às chicanas de João Nogueira.
  Efetuei transações arriscadas, endividei-me, importei maquinismos e não prestei atenção aos que me censuravam por querer abarcar o mundo com as pernas. Iniciei a pomicultura e a avicultura. Para levar os meus produtos ao mercado, comecei uma estrada de rodagem. Azevedo Gondim compôs sobre ela dois artigos, chamou-me patriota, citou Ford e Delmiro Gouveia. Costa Brito também publicou uma nota na Gazeta, elogiando-me e elogiando o chefe político local. Em consequência mordeu-me cem mil-réis.
(S. Bernardo, 1996.)

Questão 6(UNESP)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 2

Verifica-se o emprego de verbo no modo imperativo no seguinte trecho:

TEXTO BASE 3

Para responder à questão, leia o texto a seguir.

O TORPEDO NO VESTIBULAR

§1 “A polícia do Rio de Janeiro prendeu quatro estudantes que tentavam fraudar o vestibular de medicina na Universidade Gama Filho. Uma quadrilha teria cobrado entre R$ 10 mil e R$ 15 mil pela transmissão do gabarito do exame por meio de mensagens de texto (31/01/2006)”

§2 Apesar do fracasso dos quatro vestibulandos que haviam tentado fraudar a prova mediante mensagens pelo celular, ela decidiu fazer a mesma coisa. Em primeiro lugar, porque morava numa cidade muito menor que o Rio, no qual as medidas de segurança não eram tão rigorosas. Depois, não recorreria a quadrilha nenhuma, coisa que, segundo imaginava, tornava a operação vulnerável. Em terceiro lugar, não tinha outra opção: não sabia quase nada, e era certo que seria reprovada. Por último, havia uma coincidência favorável: estava com antebraço esquerdo engessado. Nada preocupante, na verdade até poderia ter tirado o gesso, mas não o fizera, o que se revelara providencial: agora contava com um ótimo esconderijo para o celular.

§3 Quem mandaria o gabarito? O namorado, claro. Rapaz inteligente (já estava cursando a faculdade), só teria de perguntar as questões para alguém que tivesse terminado a prova e enviar o gabarito por torpedo. Quando fez a proposta ao rapaz, ele pareceu um tanto relutante, incomodado mesmo. E no dia do vestibular ela descobriu por quê.

§4 Quarenta minutos depois de iniciada a prova, ela recebeu o tão esperado torpedo. Para sua surpresa, não continha o gabarito, e sim uma mensagem: “Sinto muito, mas não posso continuar namorando uma pessoa tão desonesta. Considere terminada a nossa relação. PS: Boa sorte no vestibular.” Com o que ela foi obrigada a concluir: tão importante quanto o torpedo é aquele que dispara o torpedo.
(SCLIAR, Moacyr. Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009. p.97.)

Questão 7(FCMMG)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 3

Observe a frase: “E no dia do vestibular ela descobriu por quê.”

Assinale a frase reescrita CORRETAMENTE, de acordo com a modalidade de escrita formal.

TEXTO BASE 4

Texto para a questão.

Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.
A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.
Caio Fernando Abreu
Em: https://www.pensador.com/textos_de_caio_fernando_abreu/

Questão 8(IF Sertão)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 4

Segundo os estudos de gramática da norma, um verbo pode exigir complementos sintáticos ou não. A sentença “(...) que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.” é complemento do verbo que a antecede. Levando em conta tal informação, pode-se dizer que a conjunção QUE estabelece função de:

TEXTO BASE 5

Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.

  Recebi consulta de um amigo que tenta
deslindar segredos da língua para
estrangeiros que querem aprender português.
Seu problema: “se digo em uma sala de aula:
[5] ‘Pessoal, leiam o livro X’, como explicar a
concordância? Certamente, não se diz
‘Pessoal, leia o livro X’".
  Pela pergunta, vê-se que não se trata de
fornecer regras para corrigir eventuais
[10] problemas de padrão. Trata-se de entender
um dado que ocorre regularmente, mas que
parece oferecer alguma dificuldade de análise.
  Em primeiro lugar, é óbvio que se trata de
um pedido (ou de uma ordem) mais ou
[15] menos informal. Caso contrário, não se usaria
a expressão “pessoal”, mas talvez “Senhores”
ou “Senhores alunos”.
  Em segundo lugar, não se trata da tal
concordância ideológica, nem de silepse
[20] (hipóteses previstas pela gramática para
explicar concordâncias mais ou menos
excepcionais, que se devem menos a fatores
sintáticos e mais aos semânticos; exemplos
correntes do tipo “A gente fomos” e “o
[25] pessoal gostaram” se explicam por esse
critério). Como se pode saber que não se
trata de concordância ideológica ou de
silepse? A resposta é que, nesses casos, o
verbo se liga ao sujeito em estrutura sem
[30] vocativo, diferentemente do que acontece
aqui. E em casos como “Pedro, venha cá”,
“venha” não se liga a “Pedro”, mesmo que
pareça que sim, porque Pedro não é o sujeito.
  Para tentar formular uma hipótese mais
[35] clara para o problema apresentado, talvez se
deva admitir que o sujeito de um verbo pode
estar apagado e, mesmo assim, produzir
concordância. O ideal é que se mostre que o
fenômeno não ocorre só com ordens ou
[40] pedidos, e nem só quando há vocativo.
Vamos por partes: a) é normal, em
português, haver orações sem sujeito
expresso e, mesmo assim, haver flexão
verbal. Exemplos correntes são frases como
[45] “chegaram e saíram em seguida”, que todos
conhecemos das gramáticas; b) sempre que
há um vocativo, em princípio, o sujeito pode
não aparecer na frase. É o que ocorre em
“meninos, saiam daqui”; mas o sujeito pode
[50] aparecer, pois não seria estranha a sequência
“meninos, vocês se comportem”; c) se forem
aceitas as hipóteses a) e b) (diria que são
fatos), não seria estranho que a frase
“Pessoal, leiam o livro X” pudesse ser tratada
[55] como se sua estrutura fosse “Pessoal, vocês
leiam o livro x”. Se a palavra “vocês” não
estivesse apagada, a concordância se
explicaria normalmente; d) assim, o problema
real não é a concordância entre “pessoal” e
[60] “leiam”, mas a passagem de “pessoal” a
“vocês”, que não aparece na superfície da
frase.
  Este caso é apenas um, dentre tantos
outros, que nos obrigariam a considerar na
[65] análise elementos que parecem não estar na
frase, mas que atuam como se lá estivessem.
Adaptado de: POSSENTI, Sírio. Malcomportadas línguas. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 85-86.

Questão 9(UFRGS)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 5

Considere as seguintes afirmações acerca dos usos verbais no texto e assinale a alternativa correta.

Questão 10(UEL)

[1] Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriram uma forma de diagnosticar e tratar
o Mal de Alzheimer, doença degenerativa que mais afeta pessoas no mundo, especialmente na velhice. Em
animais, o método interrompeu o processo de perda de funções do cérebro causado pela doença. A desco
berta foi um dos destaques na revista Journal of Neuroscience, uma das principais publicações científicas. De
[5] acordo com reportagem do jornal O Globo, o alvo do estudo foram os astrócitos, tipo de célula cerebral con
siderada secundária até há alguns anos. Sem eles, as mensagens químicas que fazem o cérebro comandar
o organismo não são enviadas.

As mensagens químicas são destruídas por uma substância inflamatória chamada oligômero ab e os pes
quisadores descobriram que eles atacam os astrócitos. O resultado é que as células deixam de produzir
[10] uma substância essencial para a comunicação chamada TGF-b1, uma molécula que pode ser sintetizada e,
quando dada aos camundongos, fez com que a memória deles voltasse. “O que descobrimos não significa
a cura, mas uma estratégia para conter o avanço da doença. Também pode ser um indicador do Alzheimer,
quando as perdas de função cognitiva ainda não são evidentes”, disse ao GLOBO a coordenadora do es
tudo, Flavia Alcântara Gomes, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro
[15] (ICB/UFRJ).
(Disponível em: <https://br.noticias.yahoo.com/cientistas-brasi leiros-descobrem-maneira-de-deter-o-mal-de-alzheim er-185422617.html>. Acesso em: 23 jun. 2017.)

Em relação aos recursos linguísticos e morfossintáticos do texto, considere o trecho a seguir.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, o alvo do estudo foram os astrócitos, tipo de célula cerebral considerada secundária até há alguns anos. Sem eles, as mensagens químicas que fazem o cérebro comandar o organismo não são enviadas.

Assinale a alternativa correta.

Questão 11(FAMEMA)

  A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1o de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:
  “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”
  Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.
(Corações sujos, 2000.)

“Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de ‘suportar o insuportável’” (1o parágrafo)

O verbo destacado foi utilizado no pretérito mais-que-perfeito a fim de indicar

Questão 12(FAMP)

Assinale a alternativa em que o pronome “se” seja Partícula Apassivadora.

Questão 13(UDESC)

Texto 2 

[1]  De volta à civilização, o jantar foi no tradicionalíssimo Blue Elephant, localizado num  
casarão do século XIX, o mais prestigiado da cozinha thai. Cada prato, uma surpresa.  
Estou certa de que degustamos muitos daqueles elementos irreconhecíveis vistos no  
mercado horas antes. 
[5]  Os templos e a gastronomia foram os pontos altos de Bangkok, mas caminhar pelas  
avenidas do centro não foi minha aventura tailandesa preferida. Muita sujeira junto às  
calçadas. Barulho, poluição visual, desorganização. Semáforo é enfeite, os motoristas  
obedecem à própria vontade, e atravessar a rua é roleta-russa. Talvez eu estivesse  
despreparada para encontrar do outro lado do mundo uma realidade que conheço bem.  
[10] Imaginava que o exotismo tailandês não estivesse confinado apenas em pontos  
determinados, mas que fosse percebido de modo mais generalizado, contaminando a  
cidade toda. Não é assim. As urbes subdesenvolvidas se assemelham, afinal. 
  De qualquer forma, essa reversão de expectativa me ajudou a encarar Siem Reap  
sem frescura. Aterrissamos no Camboja. 
[15]  A simples menção do nome do país nos faz lembrar a guerra civil pela qual passou e  
o genocídio que exterminou quase a população inteira. 
MEDEIROS, Martha. Um lugar na janela 2: relatos de viagem,1 ed.- Porto Alegre, RS: L&PM,2016, pp.49 e  50.

Analise as proposições em relação à obra Um lugar na janela 2: relatos de viagem, Martha Medeiros, e ao Texto 2, e assinale a alternativa correta. 

TEXTO BASE 6

Formato global



    Eles estão convictos de que a Terra é plana, de que a gravidade não existe e de que está em curso um complô de cientistas e agências governamentais para nos convencer do contrário. Essa constitui mais uma das tribos exóticas que passaram a existir ou ganharam visibilidade com a internet.
    No caso em tela, os movimentos terraplanistas modernos existem pelo menos desde os anos 50 e têm raízes no fundamentalismo bíblico; parecem viver, porém, um surto inflacionário, com proliferação de sites em que pretendem provar cientificamente que estão certos.
    De tão absurda e facilmente desmontável, a tese nem mereceria comentário se esse tipo de coletividade virtual não fosse sintoma de um fenômeno mais geral que envolve o relacionamento de grupos no mundo digital.
    Pelo lado positivo, ninguém mais está condenado à solidão. Ao conectar mais de 3 bilhões de pessoas em torno de qualquer tema, a internet torna quase impossível que até o mais heterodoxo dos pensantes não encontre alguém que defenda ideias tão excêntricas quanto as suas.
    Isso se aplica a inclinações políticas, gostos artísticos, preferências sexuais. Trata-se de alternativa formidável a quem se vê incompreendido ou mesmo rejeitado por familiares e vizinhos.
    Há, contudo, uma faceta menos brilhante nessa tendência. Devido a efeitos psicológicos frequentes nas interações entre indivíduos que pensam de forma muito semelhante e se isolam dos demais, não é incomum que tais comunidades se tornem cada vez mais radicais e descoladas da realidade.
    Sob esse aspecto, o exemplo dos terraplanistas se afigura quase benigno. Suas ideias têm reduzido impacto prático e baixíssima chance de viralização.
    Muito mais perigosas são as teses defendidas por militantes antivacinação ou mesmo por facções terroristas como o Estado Islâmico, que também se valem da rede mundial de computadores para difundir sua mensagem, conquistar e orientar adeptos. Aqui, toda a sociedade corre risco.
    Também nesse caldo de cultura brotam as famigeradas "fake news", notícias falsas criadas pela má-fé e propagadas em meio à balbúrdia informativa.
    Boatos, teses estapafúrdias, teorias conspiratórias e ideologias tóxicas, claro, sempre circularam pelo mundo; agora, encontraram um veículo ideal de difusão. O terraplanista, de todo modo, é um preço razoável a pagar pela expansão das possibilidades de nos expressarmos sem amarras.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br /opiniao /2017/10/ 1925264 -formato-global.shtml. Acesso em: 08 out. 2017.

Questão 14(PUC-SP)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 6

Nos sétimo e oitavo parágrafos, os pronomes destacados no próprio texto relacionam-se, respectivamente,

Questão 15(UNITINS)

Identifique a que classe as palavras destacadas pertencem, respectivamente.
1. A apreciação por tema de vida, no sentido existencial, sempre cativou a atenção de filósofos.
2. Ter a noção de que deixará um legado faz com que a pessoa aprecie mais seu descanso e tema menos a morte.

Questão 16(EPCAR)

TEXTO IV
Sobre o Texto IV, assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.

Questão 17(Unifenas)

Texto 1

Torno a ver-vos, ó montes ; o destino
Aqui me torna a pôr nestes outeiros,
Onde um tempo os gabões deixei grosseiros
Pelo traje da Corte rico e fino.

Aqui estou entre Almendro, entre Corino,
Os meus fiéis, meus doces companheiros,
Vendo correr os míseros vaqueiros
Atrás do seu cansado desatino.

Se o bem desta choupana pode tanto,
Que chega a ter mais preço, e mais valia,
Que da Cidade o lisonjeiro encanto;

Aqui descanse a louca fantasia;
E o que até agora se tornava em pranto
Se converta em afetos de alegria.
(CLÁUDIO MANUEL DA COSTA – Clássicos Brasileiros, Seleção e notas de Péricles Eugênio da Silva Ramos, Rio de Janeiro, Ediouro, s/d).

Texto 2

Ai Nise amada! SE este meu tormento,
Se estes meus sentidíssimos gemidos
Lá no teu peito, lá nos teus ouvidos
Achar pudessem brando recolhimento;

Como alegre em servir-te, como atento
Meus votos a tributara agradecidos!
Por séculos de males bem sofridos
Trocara todo o meu contentamento.

Mas se na incontrastável, pedra dura
Do teu rigor não há correspondência,
Para os doces afetos de ternura;

Cesse de meus suspiros a veemência;
Que é fazer mais soberba a formosura
Adorar o rigor da resistência.
(Idem, Ibdem)

Sobre o autor
    Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), cujo pseudônimo árcade é Glauceste Satúrnio, nasceu nas proximidades da atual cidade de Mariana, Minas Gerais. Como quase todos os poetas de sua geração, estudou Direito em Portugal, de onde regressa, dedicando-se a seguir à profissão, além de ocupar vários cargos públicos de relevo na Capitania.
    O poeta é considerado o introdutor, com “Obras” (1768), do nosso Arcadismo, porém, ao mesmo tempo em que sua poesia obedece aos princípios estéticos desse estilo literário, ainda preserva certos resquícios do Barroco, levando-o a ser chamado de “poeta de transição”. Sua forma predileta era o soneto, em que, muitas vezes, notam-se ecos da poesia de Camões. Também se percebe em seus versos certa hesitação entre o rústico e o civilizado, ou seja, ora o poeta deixar entrever sua formação europeia, ora focaliza a realidade tosca de seu país.
    Envolvido na Conjuração Mineira, é preso em 1789. Acometido de profunda depressão, suicida-se nesse mesmo ano.
Examine certos aspectos presentes nos textos em questão.

I – “Aqui descanse a louca fantasia” (texto I)
    *O elemento mórfico apresentado é o mesmo que ocorre nos seguintes vocábulos dos versos “Se converta em afetos de alegria” (texto I)/ “Achar pudessem brando recolhimento” (texto II) / “Trocaratodo o meu contentamento.” (texto II)
II – “Que chega a ter mais preço, e mais valia” (texto I)
    *A palavra destacada acima tem a mesma classificação morfológica e o mesmo valor semântico em todas as seguintes ocorrências: “Nunca a fortuna põe um homem em tal atura, que não precise de um amigo.” / Não apito uma partida de futebol que não seja vaiado./ Chovia que era um horror./ Há pessoas tão avaras quechoram a perda de uma simples moeda. / Este leão dá urros queparecem trovões. 
III – “Que é fazer mais soberba a formosura”
    *A palavra assinalada acima terá sua função sintática repetida em todos os períodos seguintes: “O destino fê-lo corintiano.”/ “Nomearam-me orador da turma.” / Achei brilhante o teu discurso.” / “O dinheiro nos deixa gananciosos.”/ “Mantenha limpos os óculos.”
Está correto o que se afirma em

TEXTO BASE 7

Proponho que sigamos usando o pobre gerúndio, que tem sido condenado
'Manual da Redação' da Folha não é lá muito simpático com o tempo verbal
A Folha teve a gentileza de me enviar, faz alguns meses, seu "Manual da Redação". Já mora na minha mesa como verdadeiro e excelente pai dos burros. É ótimo e faz pensar. Aprendi muito e continuo aprendendo. Descobri, entre outras coisas, o que é "feature", "lide", "hard news" e outros termos próprios ao jornalismo. Embora ainda os confunda um pouco.
Tem clara organização, tornando fácil achar o que se procura. Há uma parte muito engraçada no final, poucas páginas suculentas: a seção intitulada "Errei, mas quem não erramos". Tão boa, com gosto de quero mais. Desde 1991 o jornal mantém a prática da correção que elucida lapsos e equívocos de edições anteriores.
Exemplos: "O nome do maestro Eleazar de Carvalho saiu grafado errado, sem a letra 'v' na edição de ontem". Ou: "A reportagem [...] informou incorretamente que Val Marchiori é socialista. O termo correto é socialite". Ainda: "Diferentemente do que foi publicado [...] o tatu não nasce de um ovo".
Está claro, um manual é um guia, não uma camisa de força. Quem escreve tem seu estilo pessoal e deve adaptar-se às indicações. Concordo com quase tudo. Tenho, porém, meus poucos desacordos.
O maior está na implicância com o pobre gerúndio. De uns anos para cá, o gerúndio tem sido condenado. Minha intuição diz que isso começou com o hábito de algumas pessoas usarem as formas "vou estar fazendo", "vou estar enviando" e assemelhadas. De fato, elas são pesadas, mas embora eu não entenda de língua, o gerúndio parece aí bem inocente.
Nessas locuções, o peso deselegante está na sucessão de três verbos enfileirados. Porém, a forma "eu estive ouvindo rádio enquanto escrevia" configura-se, creio, como justa e apurada.
Ora, o "Manual" não é lá muito simpático com o gerúndio. Diz, por exemplo: "Prefira 'O presidente foi flagrado em conversa com o lobista' a 'O presidente foi flagrado conversando com o lobista'". Não me convence. Foi flagrado em conversa é estático; conversando oferece a ideia de ação em andamento, e o princípio de surpresa é, neste caso, bem mais convincente.
Ao ver ou ouvir o gerúndio sendo atacado, penso sempre no poema "Cantiga do Viúvo", de Carlos Drummond de Andrade, tão bonito: "Uma sombra veio vindo,/ veio vindo, me abraçou". O ir vindo, vir vindo, é um modo muito brasileiro, bem difícil de encontrar equivalente em outra língua.
Quando verti para o francês as "Memórias do Cárcere", de Graciliano Ramos, era impossível achar a correspondência exata para o sentimento de progressão contido em frases como "Os lineamentos dos homens pouco a pouco se iam definindo". Tal situação multiplicou-se de maneira impressionante ao passar, também para o francês, "Os Sertões", de Euclides da Cunha.
Euclides é um apaixonado pelo gerúndio e eu tinha a impressão de que, em cada parágrafo, encontrava pelo menos cinco ou seis deles. A mesma dificuldade surgia numa oração assim: "Veem-se, porém, depois, lugares que se vão tornando crescentemente áridos".
Com medo de errar no gerúndio, noto que muita gente busca evitá-lo, escolhendo a forma lusitana com o infinitivo.
Prefere "estive a falar" a "estive falando". É uma perda. Proponho que continuemos usando o gerúndio: é expressivo e bonito. Desde que ele não se enfileire na rabeira de três verbos.
Outra regra do "Manual" adverte contra os clichês. No que me concerne, tenho muito amor por eles. Na lista de exemplos a evitar, estão alguns insípidos, sem dúvida, mas outros deliciosos: "a voz rouca das ruas", "com a cara e a coragem", "de mãos abanando", "herança maldita" — que parece título de melodrama—, "silêncio sepulcral" — que evoca romance de terror. Para mim, os clichês têm sabor entre irônico e cúmplice e podem, sim, colorir o estilo. Vamos "dar-nos ao luxo" de empregá-los. 
Uma regra não mencionada no "Manual", mas que considero importante e que deveria existir, é a do "eu no fim". Creio que ela faz parte de minha geração, mais velha, quando aprendíamos a dizer: "fulano, beltrano, sicrano e eu" — como Sérgio Porto, o formidável Stanislaw Ponte Preta, intitulava um de seus livros, "Tia Zulmira e Eu"— sem nunca fazer o oposto, ou seja: "eu, fulano, beltrano e sicrano".
Hoje, este modo prevalece. Provoca em mim um sentimento de barbárie. A pessoa que o emprega pode ser um doce, mas sinto como se, junto a esse "eu" enxerido enfiando-se em primeiro lugar, furando fila, aflorasse um desrespeito. O mesmo de não ceder lugar aos mais velhos, nem de se levantar quando chega uma senhora. 

COLI, Jorge. Proponho que sigamos usando o pobre gerúndio, que tem sido condenado. Folha de São Paulo, São Paulo, 24 jun. 2018, Ilustríssima. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jorge-coli/> Acesso em: 25 jun. 2018.

Questão 18(IFRR)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 7

O Manual da Redação condena o uso abusivo de verbos no gerúndio. Esse fenômeno linguístico é denominado como gerundismo e seu emprego é considerado um vício de linguagem. Com base nas informações do texto e seus conhecimentos prévios sobre esse assunto, assinale a alternativa que apresenta emprego de gerundismo.

Questão 19(FCM PB)

Leia as afirmativas abaixo e assinale com V as verdadeiras e com F, as falsas:
(  ) A palavra “reúnem” é acentuada pela mesma razão que “ País”.
(  ) O plural da expressão destacada na estrutura “[...] que o cidadãoé parte desse processo “é, de acordo com a variação padrão da língua escrita, os cidadãos.
(  ) A palavra destacada na estrutura oracional “[...] para tornar o debate mais qualificado em 2018” constitui um exemplo de derivação regressiva.
(  ) A presença do artigo em “em toda a América Latina” influencia fundamentalmente o sentido dessa expressão.
(  ) O termo destacado em “[...] que enxergam a tecnologia comoaliada [...]” é um elemento coesivo comparativo.
A sequência correta é:

Questão 20(EEAR)

Assinale a alternativa incorreta quanto à formação da palavra em destaque. 

Questão 21(EEAR)

Marque a alternativa incorreta quanto à classificação do termo em destaque. 

TEXTO BASE 8

[1]        A carreira de Stephen William Hawking (1942-2018) já seria fantástica para uma pessoa
[2]  qualquer. Mas Hawking se agigantou ao contrariar a previsão dos médicos de que não sobreviveria
[3]  ____ esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa rápida e mortal, caracterizada pela
[4]  crescente paralisia dos músculos, culminando com a incapacidade de respirar e a morte.
[5]        Entretanto, de forma jamais vista, a doença se estabilizou e entrou numa marcha lenta sem
[6]  precedentes. Não que Hawking não tenha pago um alto preço, com a crescente perda de controle do
[7]  corpo. Mas, surpreendendo ____ todos, o cientista conseguiu ter uma carreira e uma vida plenas. [...]
[8]        O maior feito científico do físico inglês foi demonstrar que os buracos negros não são
[9]  completamente negros, e sim emitem uma pequena quantidade de radiação. Até então, pensava-se
[10]  que esses objetos – normalmente fruto da implosão de uma estrela de alta massa que esgotou seu
[11]  combustível – fossem literalmente imortais. [...] Contudo, ao combinar efeitos da mecânica quântica
[12]  ____ relatividade geral, Hawking descobriu que a energia do buraco negro pod ria “vazar” lentamente
[13]  na forma de radiação. Logo, ao longo de zilhões de anos, até mesmo esses aparentemente
[14]  indestrutíveis objetos tenderiam a deixar de existir. [...] Em 2014, o físico foi além, dizendo ter
[15]  concluído que buracos negros podem nem existir. [...]
[16]        Hawking tinha extrema dificuldade para se comunicar. Só o fazia por meio de um computador,
[17]  que traduzia pequenos movimentos da bochecha em letras e palavras, que então eram expressas por
[18]  meio de um sintetizador de voz. Imagine a dificuldade do cientista em desenvolver suas ideias,
[19]  altamente matemáticas, valendo-se apenas de sua mente para proceder com os cálculos. [...]
[20]        A imagem do “gênio preso a uma cadeira de rodas que se comunica por um sintetizador de
[21]  voz” era irresistível de mais para a mídia, Hawking soube usar sua fama m favor d causas
[22]  importantes, como a defesa dos direitos dos deficientes físicos ou a advocacia da exploração espacial.
[23]  [...]
[24]        Fora do âmbito acadêmico, Hawking também soube usar muito bem sua fama, ao alertar para
[25]  riscos existenciais ____ humanidade ocasionados pelo progresso tecnológico, em especial
[26]  a inteligência artificial. “ s formas primitivas de inteligência artificial que temos agora se mostraram
[27]  muito úteis. Mas acho que o desenvolvimento de inteligência artificial completa pode significar o fim da
[28]  raça humana”, disse o cientista, em 2014.
[29]      Convencido de que a humanidade precisa colonizar outras partes do Universo para sobreviver
[30]  a esse e outros riscos à nossa existência, Hawking era um dos primeiros passageiros na lista de
[31]  espera da empresa Virgin Galactic, que deve realizar voos espaciais suborbitais nos próximos anos.
[32]  Morreu aos 76 anos, em Cambridge, sem ter realizado este sonho.
NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>. Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

Questão 22(IFRS)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 8

Considere as seguintes afirmações acerca do emprego de tempos verbais no texto.
I - Os verbos “seria” (l. 01) “entrou” (l. 05) estão conjugados no modo indicativo.
II - Todos os verbos do quarto parágrafo estão conjugados no pretérito imperfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.
III - Os verbos “Imagine” (l. 18) “acho” (l. 27) estão conjugados no presente do subjuntivo.
Quais estão corretas?

TEXTO BASE 9

TEXTO:

Questão 23(UNIPE)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 9

Tendo em vista os recursos linguísticos utilizados na construção dessa capa de revista, é correto afirmar:

TEXTO BASE 10

TEXTO DE APOIO:

Política pública de saneamento básico: as bases do saneamento como direito de cidadania e os debates sobre novos modelos de gestão
Ana Lucia Britto
Professora Associada do PROURB-FAU-UFRJ
Pesquisadora do INCT Observatório das Metrópoles

  A Assembleia Geral da ONU reconheceu em 2010 que o acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é indispensável para o pleno gozo do direito à vida. É preciso, para tanto, fazê-lo de modo financeiramente acessível e com qualidade para todos, sem discriminação. Também obriga os Estados a eliminarem progressivamente as desigualdades na distribuição de água e esgoto entre populações das zonas rurais ou urbanas, ricas ou pobres.
  No Brasil, dados do Ministério das Cidades indicam que cerca de 35 milhões de brasileiros não são atendidos com abastecimento de água potável, mais da metade da população não tem acesso à coleta de esgoto, e apenas 39% de todo o esgoto gerado são tratados. Aproximadamente 70% da população que compõe o déficit de acesso ao abastecimento de água possuem renda domiciliar mensal de até ½ salário mínimo por morador, ou seja, apresentam baixa capacidade de pagamento, o que coloca em pauta o tema do saneamento financeiramente acessível.
  Desde 2007, quando foi criado o Ministério das Cidades, identificam-se avanços importantes na busca de diminuir o déficit já crônico em saneamento e pode-se caminhar alguns passos em direção à garantia do acesso a esses serviços como direito social. Nesse sentido destacamos as Conferências das Cidades e a criação da Secretaria de Saneamento e do Conselho Nacional das Cidades, que deram à política urbana uma base de participação e controle social.
  Houve também, até 2014, uma progressiva ampliação de recursos para o setor, sobretudo a partir do PAC 1 e PAC 2; a instituição de um marco regulatório (Lei 11.445/2007 e seu decreto de regulamentação) e de um Plano Nacional para o setor, o PLANSAB, construído com amplo debate popular, legitimado pelos Conselhos Nacionais das Cidades, de Saúde e de Meio Ambiente, e aprovado por decreto presidencial em novembro de 2013.
  Esse marco legal e institucional traz aspectos essenciais para que a gestão dos serviços seja pautada por uma visão de saneamento como direito de cidadania: a) articulação da política de saneamento com as políticas de desenvolvimento urbano e regional, de habitação, de combate à pobreza e de sua erradicação, de proteção ambiental, de promoção da saúde; e b) a transparência das ações, baseada em sistemas de informações e processos decisórios participativos institucionalizados.
  A Lei 11.445/2007 reforça a necessidade de planejamento para o saneamento, por meio da obrigatoriedade de planos municipais de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, drenagem e manejo de águas pluviais, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Esses planos são obrigatórios para que possam ser estabelecidos contratos de delegação da prestação de serviços e para que possam ser acessados recursos do governo federal (OGU, FGTS e FAT), com prazo final para sua elaboração terminando em 2017. A Lei reforça também a participação e o controle social, através de diferentes mecanismos como: audiências públicas, definição de conselho municipal responsável pelo acompanhamento e fiscalização da política de saneamento, sendo que a definição desse conselho também é condição para que possam ser acessados recursos do governo federal.
  O marco legal introduz também a obrigatoriedade da regulação da prestação dos serviços de saneamento, visando à garantia do cumprimento das condições e metas estabelecidas nos contratos, à prevenção e à repressão ao abuso do poder econômico, reconhecendo que os serviços de saneamento são prestados em caráter de monopólio, o que significa que os usuários estão submetidos às atividades de um único prestador
FONTE: adaptado de http://www.assemae.org.br/artigos/item/1762-saneamento-basico-como-direito-de-cidadania

Questão 24(EsPCEx)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 10

Assinale a opção que identifica corretamente o processo de formação das palavras abaixo:

Questão 25(EsPCEx)

Marque a alternativa que mostra a voz passiva pronominal.

TEXTO BASE 11

TEXTO:

Questão 26(FITS)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 11

Sobre os elementos linguísticos usados na composição desse haicai, está correto o que se afirma em

I. “Finalmente” (v. 1) expressa uma ideia, e “assim” (v. 3), outra, embora os dois termos façam parte da mesma classe gramatical.
II. “livre” (v. 1) mantém relação sintática com o substantivo “folha” (v. 3) do qual funciona, no contexto frásico, como um atributo.
III. “Uma folha” (v. 2) exerce, como “a vida” (v. 3), função subjetiva e são expressões que se apresentam com estrutura equivalente.
IV. “vai” (v. 2) e “É” (v. 3) são formas verbais que pertencem a diferentes conjugações e possuem sentido incompleto.
V. “ao vento” (v. 3) é um complemento de “vai” (v. 2), introduzido por uma preposição que aparece combinada com o artigo definido.

A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Questão 27(FIP-MoC)


No bilhete da professora:

Questão 28(UEM)

Milho: história e arte

Os primeiros registros do cultivo de milho datam de cerca de 7.300 anos e foram feitos em pequenas ilhas próximas ao litoral mexicano. De acordo com pesquisadores da Universidade do Estado da Flórida, do Museu Nacional de História Nacional dos Estados Unidos, do Instituto Smithsonian, do Instituto da República do Panamá e da Universidade do Estado de Washington, a cultura se espalhou de forma rápida pelo México. Do Sudoeste do país, onde foi domesticado primeiro, o milho foi levado para o Sudeste mexicano e para outras regiões tropicais da América, como o Panamá e a América do Sul.

No sítio arqueológico de Waynuna, no Sul do Peru, foram encontrados indícios (grânulos de amido) da presença de milho datados de 4.000 anos. Ou seja, há cerca de 40 séculos já se cultivava o cereal na América do Sul. No Brasil, o milho já era cultivado pelos índios antes da chegada dos portugueses. Sobretudo os índios guaranis tinham no cereal o principal ingrediente de sua dieta. Com a chegada dos portugueses, há pouco mais de 500 anos, o consumo aumentou e novos produtos à base de milho incorporaram-se aos hábitos alimentares dos brasileiros. Muito provavelmente, com as grandes navegações que se tornaram comuns no século XVI e com o início da colonização do continente americano, o milho se expandiu para outras partes do mundo.

O nome do cereal, de origem caribenha, significa "o sustento da vida". Vários povos indígenas reverenciam o milho em rituais artísticos e religiosos. Dificilmente se encontra um alimento que tenha tantas utilidades e que seja presença tão constante no dia a dia de grande parte da população mundial. Várias cidades promovem eventos em homenagem ao milho, como festas e exposições. Pelo menos duas cidades brasileiras, Patos de Minas-MG e Xanxerê-SC, autointitulam-se “capital do milho”.

Entre as diferentes formas de utilização do milho, foram encontrados nada menos do que 74 produtos derivados dele ou que têm seus componentes isolados ou transformados industrialmente. Entre as dezenas de usos do milho, há alguns curiosos e até inesperados, como filmes fotográficos, cerveja, giz para quadro negro, maioneses, refrigerantes e tintas látex.
(Texto adaptado, disponível em: Acesso em 17 de jul 2017)
Observando o fragmento, “O nome do cereal, de origem caribenha, significa ‘o sustento da vida’. Vários povos indígenas reverenciam o milho em rituais artísticos e religiosos”, podemos afirmar que as expressões destacadas são, respectivamente,

TEXTO BASE 12

O acesso à Educação é o ponto de partida
Mozart Neves

  A Educação tem resultados profundos e abrangentes no desenvolvimento de uma
sociedade: contribui para o crescimento econômico do país, para a promoção da igualdade e
bem-estar social, e também tem impactos decisivos na vida de cada um. Um deles, por exemplo,
é na própria renda do trabalhador. Uma análise feita ______ alguns anos pelo economista
[5] Marcelo Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro ganha 15% a mais de
salário. Além disso, o estudo também mostrou que quem completou o Ensino Fundamental tem
35% a mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse número sobe para 122% na
comparação com alguém que tenha o Ensino Médio e 387% com Ensino Superior.
  Diante disso, o direito do acesso à Educação é o ponto de partida na formação de uma
[10] pessoa e, consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de uma nação. Não obstante
os avanços alcançados pelo Brasil nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange esse direito. Se por um lado conseguimos universalizar o atendimento
escolar no Ensino Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de crianças e jovens de
4 a 17 anos fora da escola. Isso corresponde ______ um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
[15] em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola (crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino
Médio (jovens de 15 a 17 anos).
  Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que
nem estudam e nem trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de volta ______
escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do trabalho. Isso é essencial para um país que
[20] passa por um bônus demográfico que se completará, segundo os especialistas, em 2025. O país,
para seu crescimento econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de nenhum de
seus jovens.
  No Ensino Superior, o desafio não é menor. O Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a
24 anos matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com o Plano Nacional de Educação
[25] (PNE), o país precisará dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja, chegar ______
33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa meta, esse era o percentual previsto no PNE
que se concluiu em 2010. Isso exige – sem que haja perda de qualidade com essa expansão –
que a educação básica melhore significativamente, tanto em acesso como em qualidade, tomando
como referência os atuais índices de aprendizagem escolar.
[30]   O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio e, caso seja efetivado com qualidade,
poderá contribuir decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que separa o seu
desenvolvimento econômico, medido pelo seu Produto Interno Bruto – PIB (o Brasil é o 7° PIB
mundial) e o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de Desenvolvimento Humano –
IDH (o Brasil ocupa a 75ª posição no ranking mundial). Somente quando o país alinhar esses
[35] índices nas melhores posições do ranking mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não se conhece nada melhor do que a
Educação.
Disponível em: <http://istoe.com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/>. Acesso em: 20 març. 2017)

Questão 29(IFSul)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 12

Levando-se em consideração as informações explícitas e as implícitas no texto, o advérbio ainda (linhas 11 e 13) pressupõe, respectivamente, que

Questão 30(Faceres)

Entre as frases a seguir, somente UMA apresenta sujeito indeterminado. Assinale-a:

Questão 31(EEAR)

Assinale a frase em que o termo destacado não é objeto indireto. 

TEXTO BASE 13

Memória nos dá a chance de crescer com os erros e ter um futuro melhor*

Suzana Herculano-Houzel**

[1]     Que tal ter uma chance de recomeçar um dia malfadado – especialmente se este for o dia em que
[2]  você morre? No filme “No Limite do Amanhã”, que acabou ficando mais conhecido pelo subtítulo “Viva. Morra.
[3]  Repita”, o recomeço a cada morte acontece com o personagem principal, major Cage, vivido por Tom Cruise,
[4]  como efeito colateral de ter morrido coberto com o sangue do alienígena que ele acabara de explodir.
[5]     O recurso, que torna o filme interessante (é um dos meus filmes de ficção científica favoritos), arrancava
[6]  gargalhadas do meu filho ontem à noite cada vez que Cage, moribundo ou apenas ferido, mas incapaz de
[7]  continuar a missão, era sumariamente executado pela parceira – e assim o dia recomeçava, com uma nova
[8]  chance de vencer os alienígenas.
[9]  Mas o ciclo só funciona porque o personagem está contaminado de sangue alienígena e somente ele
[10]  retém a memória de tudo o que aconteceu no dia de cada uma das suas (muitas) mortes anteriores. O contraste
[11]  com os demais personagens, para quem o dia que recomeça é apenas mais um novo dia, é uma alegoria
[12]  excelente do que nos dota de uma história pessoal: não apenas um cérebro, mas um cérebro com memória.
[13]    É graças à capacidade de ser modificado de acordo com sua própria atividade, ao sabor dos acontecimentos,
[14]  que o cérebro tem memória. Com a licença poética da ficção, o cérebro de todos, menos o de Cage,
[15]  é restaurado ao seu estado de origem no dia que recomeça repetidas vezes. Cage, ao contrário, mantém a
[16]  vantagem que todos nós temos na vida real: transportar o aprendizado do dia anterior para o dia seguinte.
[17]    É por isso que recomeços, na vida real, são, em geral, muito mais bacanas e ricos do que na ficção.
[18]  Muda-se para uma nova cidade, mas não se esquecem as lições aprendidas na anterior; troca-se de emprego,
[19]  mas não se perdem todas as habilidades, manhas e truques desenvolvidos com a experiência passada; novas
[20]  amizades são feitas, mas isso não torna as anteriores menos importantes ou queridas. Pelo contrário: as novas
[21]  amizades se beneficiam de nossos erros e acertos do passado.
[22]    Graças à memória, nossa bagagem só faz crescer ao longo da vida. Mesmo os acontecimentos ruins, as
[23]  pessoas que não merecem lugar na memória, os dissabores têm seu valor, como marcos que nos dizem “evite
[24]  que isso aconteça de novo”. Recomeçar, na vida real, é começar mais uma vez – e melhor.

*Texto publicado no jornal Folha de São Paulo, em 02 de agosto de 2016. Disponível em . Acesso em 02 set. 2016. Adaptação.
**Neurocientista.

Questão 32(Unisinos)

PARA RESPONDER A QUESTÃO, LEIA O TEXTO BASE 13

Considerando o uso de verbos no texto, assinale a alternativa correta.

Questão 33(UFSM)

Faz parte do conhecimento de mundo dos leitores que melhorias do sistema viário levam muitas vezes a interferências negativas no meio ambiente, como a diminuição de áreas verdes, por exemplo. No primeiro quadrinho, Armandinho apresenta uma proposta original ao expressar uma ideia que não é congruente com esse conhecimento. Essa não congruência é percebida linguisticamente na escolha 

Questão 34(UNCISAL)

Leia a tirinha e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a transposição, expressada com correção gramatical, da fala do garoto para o discurso indireto. 

Questão 35(FAAP)

Assinale a alternativa que preenche as lacunas com o uso correto do pronome relativo:

O controle biológico de pragas,____________o texto faz referência, é certamente o mais eficiente e adequado recurso___________ os lavradores dispõem para proteger a lavoura sem prejudicar o solo.